Como participar da elaboração de projetos de leis?

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O Portal e-Democracia, desenvolvido pela Câmara dos Deputados, é dividido em dois grandes espaços de participação: as Comunidades Legislativas e o Espaço Livre. No primeiro, você pode participar de debates de temas específicos, normalmente, relacionados a projetos de lei já existentes. Essas Comunidades oferecem diferentes instrumentos de participação e, ainda, orientações quanto ao andamento da matéria no Congresso Nacional. Já no Espaço Livre, você mesmo pode definir o tema da discussão e ser o grande motivador dela. O debate será acompanhado pela equipe e-Democracia e pode vir a se tornar uma Comunidade Legislativa.

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Tipos de Mídias

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Etapas, anos e modalidades

1ª Série Em, 2ª Série Em, 3ª Série Em

Disciplina

Filosofia, Sociologia, História, Português

Sugerido por

Modalidade de Ensino

Comentários

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Icn pessoa
Aline Pereira Ramos Fernandes: Acho muito válido espaços com esses
Ana Lucia balbino da Silva: participação cidadã
Icn pessoa
Maria do Socorro Souza : Espaço maravilhoso, com várias ferramentas de participação cidadã!
Fernanda Fernandes Cassemiro: A participação cidadã precisa ser entendida também por das ODAS. Achei importante!

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Ponto de partida

Não há pré-requisitos, mas a abordagem pode variar dependendo da série em que a prática for aplicada. Sugestões de níveis diferentes de complexidade são dadas no final. Para esta prática, será necessário usar uma área de solo. Alternativas são dadas no final. Esta prática pode durar de algumas semanas a alguns anos (!).

Estratégias

1) Peça aos alunos que leiam com antecedência o texto Poluição, meio ambiente, reciclagem no site Educação do UOL e outros que você considere interessantes. Peça também que separem um pedaço de lixo qualquer, de 5 a 10 cm - por exemplo, de saco plástico, tecido, chapa de metal, madeira, papel, lata, um biscoito...

2) Em conjunto com os alunos, liste os materiais e discutam quais os que irão degradar mais rapidamente e por quê. Em alguns casos faltarão informações (por exemplo, qual o material), e isso não deverá ser encarado como falta do aluno ou do professor, mas um motivo a mais para testar.

3) Se possível, peça aos alunos que fotografem e pesem os materiais, secos, antes do passo 4.

4) "Enterro": Em uma área de solo, disponha os materiais (de forma que se saiba onde estava cada um, no futuro) e cubra com uma camada de 2cm de solo.

5) Agora é tempo de esperar. A decomposição de muitos materiais é lenta, e é importante que se passem pelo menos algumas semanas. Chuva, sol e ervas daninhas fazem parte do experimento!

6) "Exumação": Passado o tempo estipulado, é hora de retirar cuidadosamente o que sobrou dos materiais e examiná-los. Se for possível, eles poderão ser lavados, secos, e novamente fotografados e pesados. Devem ainda ser comparados com uma amostra equivalente à original!

7) Dividindo os alunos em equipes, deixe que eles discutam os resultados e, se tiverem dados suficientes (como o peso) estimem o tempo de degradação de cada material. Esses materiais poderão então ser classificados como degradáveis, lentamente degradáveis e não degradáveis.

8) Cálculos ambientais: Todo mundo tem direito a dar o seu palpite (alarmista ou realista) sobre o futuro. Peça aos alunos que, usando os valores estimados de produção de lixo municipal e da população, façam uma projeção da quantidade de lixo que é produzida hoje na sua cidade, qual a fração degradável e qual a quantidade de lixo que estará acumulada em 20 anos, se a reciclagem não for feita de forma intensiva.

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Vídeo
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O vídeo é um dos blocos do documentário Getúlio do Brasil, exibido no programa Senado Documento. Esse programa faz um reexame dos momentos que antecederam o suicídio de Getúlio Vargas e mergulha nos bastidores do atentado de Toneleros, contra o jornalista e político Carlos Lacerda, 19 dias antes da morte do presidente. O documentário tem locações em Porto Alegre e São Borja (RS), em Brasília e no Rio de Janeiro, com gravações no Palácio do Catete.
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Estratégias

1) Peça aos alunos que leiam com antecedência o texto Poluição, meio ambiente, reciclagem no site Educação do UOL e outros que você considere interessantes. Peça também que separem um pedaço de lixo qualquer, de 5 a 10 cm - por exemplo, de saco plástico, tecido, chapa de metal, madeira, papel, lata, um biscoito...

2) Em conjunto com os alunos, liste os materiais e discutam quais os que irão degradar mais rapidamente e por quê. Em alguns casos faltarão informações (por exemplo, qual o material), e isso não deverá ser encarado como falta do aluno ou do professor, mas um motivo a mais para testar.

3) Se possível, peça aos alunos que fotografem e pesem os materiais, secos, antes do passo 4.

4) "Enterro": Em uma área de solo, disponha os materiais (de forma que se saiba onde estava cada um, no futuro) e cubra com uma camada de 2cm de solo.

5) Agora é tempo de esperar. A decomposição de muitos materiais é lenta, e é importante que se passem pelo menos algumas semanas. Chuva, sol e ervas daninhas fazem parte do experimento!

6) "Exumação": Passado o tempo estipulado, é hora de retirar cuidadosamente o que sobrou dos materiais e examiná-los. Se for possível, eles poderão ser lavados, secos, e novamente fotografados e pesados. Devem ainda ser comparados com uma amostra equivalente à original!

7) Dividindo os alunos em equipes, deixe que eles discutam os resultados e, se tiverem dados suficientes (como o peso) estimem o tempo de degradação de cada material. Esses materiais poderão então ser classificados como degradáveis, lentamente degradáveis e não degradáveis.

8) Cálculos ambientais: Todo mundo tem direito a dar o seu palpite (alarmista ou realista) sobre o futuro. Peça aos alunos que, usando os valores estimados de produção de lixo municipal e da população, façam uma projeção da quantidade de lixo que é produzida hoje na sua cidade, qual a fração degradável e qual a quantidade de lixo que estará acumulada em 20 anos, se a reciclagem não for feita de forma intensiva.

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O vídeo é um dos blocos do documentário Getúlio do Brasil, exibido no programa Senado Documento. Esse programa faz um reexame dos momentos que antecederam o suicídio de Getúlio Vargas e mergulha nos bastidores do atentado de Toneleros, contra o jornalista e político Carlos Lacerda, 19 dias antes da morte do presidente. O documentário tem locações em Porto Alegre e São Borja (RS), em Brasília e no Rio de Janeiro, com gravações no Palácio do Catete.
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